UM PEQUENO RESUMO SOBRE MIM

A minha fotografia
Armindo Tavares
Nasci e resido no Porto. Sou, desde 1978, criador amador de canários e desde 2007 criador do Canário Arlequim Português, tendo com os meus canários ajudado em 2009 e 2010, respectivamente, em Piacenza/Itália e Matosinhos/Portugal, ajudado ao reconhecimento, internacional, definitivo da raça. Sou sócio do Clube Independente Ornitológico de Matosinhos e do Clube do Canário Arlequim Português, e faço parte dos respectivos Corpos Sociais. Sem pretensiosismo, pretendo ajudar à divulgação do Canário Arlequim Português e divulgar os exemplares não só nascidos nas minhas modestas instalações mas também, eventualmente, as novas aquisições e deste modo dar a conhecer a minha evolução enquanto criador do Canário Arlequim Português. Saudações ornitófilas.
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Sexta-feira, 3 de Setembro de 2010

O "INIMIGO" DR. PAULO MAIA

Tendo já dado por terminada a brincadeira intitulada "Espiando as hostes (arlequins) "inimigas"" e como tive oportunidade de referir muitos criadores ficaram por "espiar, publico hoje as poucas fotos conseguidas através da máquina (penso que as que não chegaram se terão estragado) do Dr. Paulo Maia e que não chegaram a tempo de fazerem parte da brincadeira não dando inclusivê para se ver a raça dos "inimigos" (arlequins) que o Dr. Paulo Maia possui.
Mutação D. Fafe, adquirida no recente Campeonato Mundial de 2010
O Dr. Paulo Maia é um dos homens fortes do Canário Arlequim Português. Defensor desta raça desde a primeira hora, é também um amante da criação de exóticos e de fauna europeia.
Paulo Maia, em 1.º plano, atarefado em dar água à passarada.
Apesar do seu enorme gosto na criação de aves, confessa que descura bastante as mesmas em virtude de a sua profissão o manter bastante ocupado.
Uma das poucas fotos que se salvaram, de um dos dos casais reprodutores.

A falta de tempo não impede, no entanto o Dr. Paulo Maia de dar às suas aves o que de melhor existe. Tem uma das melhores instalações que eu já tive oportunidade de ver ao vivo, com espaços bem definidos para: ciação de canários, criação de exóticos e fauna e voadeiras para as respectivas classes de aves.

Zona das voadeiras dos cnários arlequins.

O canaril, construído de raiz, foi "pensado" ao pormenor tendo até ar condicionado para que os reis" possam, confortavelmente, suportar a elevada temperatura que, na altura da visita, Junho, se registava no exterior.

Vista parcial da zona de criação.

O Dr. Paulo Maia, para além do meritório trabalho desenvolvido na ajuda da aprovação da raça do Canário Arlequim Português, faz parte do Clube do Canário Arlequim Português, Confederação Ornitológica Mundial e, também, da Confederação Ornitológica Mundial-Portugal.

Paulo Maia e eu procedendo à delicada tarefa de anilhar uns filhotes, sob o olhar atento de Carlos franqueira.

E assim desta vez, com este "inimigo" atrasado, dou definitivamente por terminada a brincadeira de ir "Visitando as hotes (arlequins) "Inimigas", recordando que muitos outros criadores ficaram por visitar mas, quem sabe, se não serão "invadidos" no próximo ano?!

Quarta-feira, 1 de Setembro de 2010

Mensagem do Presidente do Clube do Canário Arlequim Português

Por solicitação do Exm.º Snr. Mário Costa, Presidente da Direcção do Clube do Canário Arlequim Português, o texto que se segue é fielmente reproduzido conforme é publicado no site do Clube do Canário Arlequim Português.

A TODOS OS CRIADORES DO CANÁRIO ARLEQUIM PORTUGUÊS E NÃO SÓ...

E AINDA A PROPÓSITO DO CANÁRIO ARLEQUIM PORTUGUÊS!


Olá,

Por princípio, o que a maior parte das pessoas sabe, eu sou avesso a Blogs, Foruns e outras coisas do género. Isto porque para divulgar e fazer o meu trabalho na defesa do Canário Arlequim Português até à sua homologação a nível mundial nunca foi necessário recorrer a esses meios. O trabalho está feito e isso ninguém pode negar, muito embora eu goste pouco de emitir opiniões, desta vez faço-o eu meu nome e no dos bons criadores do Canário Arlequim Português, que os há felizmente. Esses não inventam, pois sabem que o Canário Arlequim é um Canário em evolução, mas seguem o que foi traçado desde o início por quem o criou como uma nova Raça de Canários.

- A propósito do Canário Arlequim Português -

A sabedoria popular, salvo raras excepções, diz a verdade, " Depois do baptizado, não faltam padrinhos".

Pelo que me tem chegado e tenho tido conhecimento, neste momento já há mais professores a falar sobre o Canário Arlequim Português do que eu imaginava. Não é que agora até já aconselham como se deve criar o Canário Arlequim, e o que é ou deve ser o Arlequim.

- Estranho, pois até Janeiro de 2010 o canário nem existia, era um passarinho, um pinto, coitado!

- Mas agora já é uma raça.

- O que tem sido dito por pessoas que não sabem sequer o que é Canário Arlequim Português, ou que simplesmente adquiriram agora um casal, porque está na moda e pode dar dinheiro! - Muito bem.

- E que mais é preciso?!.............

- Às vezes nem sei se sorria ou tenha pena de tanta ignorância, pois se procurassem alguma informação, não seria mal de todo!

- De todas as informações que circulam por aí, em Blogs, Foruns e que mais!? Nem eu sei, é só professores e entendedores de alto gabarito, pois não é que são criadores do melhor que há! Topo de gama! Por acaso, um dia foram a uma exposição, uma ave teve 93 pontos, e já são os maiores, até já mandam opiniões, independentemente do Standart do Canário Arlequim!

- Engraçado!, que eu saiba nunca vi essas pessoas a defender o Arlequim Português, porquê agora? Talvez haja alguma explicação.

- Pelo que sei, existe por aí, um tal senhor, de Tondela, se não me engano, de nome Gonçalo, que pelos vistos, ou pelo que divulga nos seus blogs, entende de Arlequins, que até chateia, diz como deve ser e o que é o Canário Arlequim, e mais, até inventa novos arlequins.

- Muitas vezes mais val estar calado, de que fazer figuras tristes, fazendo de conta que se percebe daquilo de que se não se sabe nada, pois por um dia se ter ido a uma exposição e ganhar um prémio, não se é o maior do mundo. Mas se calhar é, para os incautos! Se conseguir vender Arlequins mesmo que o não sejam! - Tudo isto para dizer o quê?

- Não é preciso inventar, o Arlequim já está inventado, homologado, e tem um STANDARD.

- Professores, só conheço um, o Prof. Dr. ARMANDO MORENO, o Pai do Arlequim Português, sou seu seguidor e continuador, portantanto não inventem, o Canário Arlequim já existe, não precisa de mais inventores da pólvora.

- Todos os criadores, associados ou não do Clube do Canário Arlequim Português devem saber, que:

- " O detentor da raça, que a homologou, é o Clube do Canário Arlequim Português, e por isso qualquer alteração, modificação do Standard, tem sempre que passar pelo CCAP, quer a nível nacional ou internacional ".

E não vale apena estar a tentar passar "chalaças".

Cumprimentos,

O Presidente do CCAP
Mário Costa

Domingo, 29 de Agosto de 2010

CANÁRIO ARLEQUIM PORTUGUÊS (Forma, Tamanho e Posição)

O presente artigo não tem nem, tão pouco, pretende ter qualquer valor cientifico mais não sendo do que a minha opinião enquanto criador da raça do Canário Arlequim Português, com a experiência obtida nestes quatro anos de criação e ainda com os ensinamentos obtidos por criadores com muito mais experiência nesta área e, considerando ainda, a minha experiência de mais de trinta anos, como criador de canários.

Quase parece ser tabu os criadores do Canário Arlequim Português falarem nos métodos que utilizam para a criação do mesmo que, se cumprir o estipulado pelo Standard, atinge a sua essência máxima na coloração, o famoso "equilibradamente variegado", que com maior ou menor dificuldade todos acabamos por lá chegar.

Na minha opinião o problema maior do Canário Arlequim Português reside exactamente em três pontos fundamentais; Corpo (forma), Tamanho e Posição (55º). É aqui que reside o "mistério" do aparecimento do Canário Arlequim Português.

Muito se tem falado sobre as raças contribuíram geneticamente para o aparecimento do Arlequim mas nada se sabe de concreto. Eu, pessoalmente, apenas tenho a certeza de uma coisa: a raça surge da miscelânia de cruzamentos com outros canários que foi sendo apurada ao longo de quase 30 anos pelo seu criador e apreciadores da mesma. Nunca vi nenhum escrito sobre esta matéria exceptuando as considerações do Prof. Dr. Armando Moreno, publicadas em tudo quanto é fórum e inclusive já editado num pequeno livro sobre o Canário Arlequim Português.

Pessoalmente percebo as reticências ou o quase tabu sobre esta matéria depois de observar o que algumas pessoas fazem para a obtenção de um canário com a forma, tamanho e posição que correspondam ao Arlequim pois, se por um lado, dessas misturas resultam em alguns casos numa aproximação do Standard, por outro "fogem" muitas vezes, mais até do que o desejável, do que é exigido pelo Standard exceptuando, talvez, o variegado.

1 -Arlequim Par, pontuado com 92 em 2008. Filho de arlequins puros.

Mesmo quando, ocasionalmente, é obtido um canário que se aproxime claramente do Standard do Canário Arlequim Português, surge aqui outra situação; é que o Canário Arlequim Português tem de ser acasalado Poupa x Par, ou vice-versa, sob pena de se desvirtuar uma das aves ou a Poupa ou o Par, tal qual como acontece, por exemplo, com o Gloster.

Então onde ir buscar a Poupa?


Já estou a ver qual é a resposta, pelo menos é o que a maioria dos "entendidos" diz; ou ao Poupa Alemão ou ao Gloster. Eu como não sou "entendido" não digo nem uma coisa nem outra pois há mais raças de canários que têm poupa. Além disso nenhuma, das aves referidas, tem a configuração do Canário Arlequim Português, nem na Poupa, nem na forma, nem na posição, nem no tamanho.

De notar que das misturas feitas em busca do tal "arlequim" os que nascerem regredirão na época seguinte, e na outra, e na outra, retornando às origens, e novamente ter-se-á que recomeçar. Há, ainda, a agravante de o "fazedor de arlequins" tendo conseguido obter um ou mais canários em tudo semelhantes ao verdadeiro Arlequim ao dispensá-lo, dá-lo ou vendê-lo a quem tenha já Arlequins, ir prejudicar essa pessoa que ao proceder ao acasalamento desse canário com aves suas, virá a obter proles fora do Standard, em alguns casos estragando anos de dedicação ao canário.

Não digo que com alguma persistência e com alguns anos de cruzamentos não se chegue a uma determinada altura em que se comece a ter canários que correspondam ao pretendido pelo Standard do Canário Arlequim Português, agora as questões que se colocam é:

Estando já a raça reconhecida e aprovada que não, na minha opinião, ainda estabilizada e existindo já um considerável número de criadores com aves de grande qualidade dentro da linhagem do Standard, valerá a pena o tempo gasto a "fazer" "arlequins"?

2 - Arlequim Par, pontuado com 89 em 2009 no Internacional e 88 no Clube de Matosinhos. Ambos os Pais eram puros.


As aves que saiem dessas misturas são colocadas no meio como canários… de que raça?!


Felizmente não precisei de passar por nenhuma das fases que atrás refiro pois sempre tive o cuidado de adquirir aves a criadores com nome e provas dadas na criação do Canário Arlequim Português tendo, sempre, procurado manter e apurar as linhagens adquiridas. Mesmo assim, e aqui reside o busílis da questão não é, ainda possível obter canários 100% Arlequins.


Eu não conheço um único criador de canários arlequim português que me garanta e/ou me prove que dos acasalamentos que faz lhe nasçam aves 100% arlequins. E neste caso concreto saliento que conheço criadores de Norte a Sul de Portugal a maior parte deles com mais experiência do que eu na criação dos canários arlequim português e há unanimidade ou se se quiser consenso, de que ainda não é possível obter criações de 100% de aves Arlequim Português que correspondam ao Standard.

3 - Arlequim Poupa, pontuado com 90 pontos em 2009. Pai "de trabalho", Mãe pura.

Efectivamente e pela experiência que possuo mesmo tendo a linha de conta a eliminação sucessiva de exemplares do canário arlequim português com "defeitos" têm-me nascido sempre arlequins com "defeitos" dos mais dispares a saber:

- Unicolores ou só com duas cores,

- Pouco tamanho,

- Pouca postura,

- Pouca forma.

Evidentemente que estes canários sendo descendentes directos de bons exemplares Arlequins poderão e deverão ser aproveitados numa futura época de criação (os genes dos pais estão lá) . A estes exemplares é vulgarmente dado o cognome de "aves de trabalho" e digo cognome porque estes canários são Arlequins embora com os tais "defeitos" que deverão ser paulatinamente erradicados. Mesmo assim e consigo prová-lo destes exemplares, "com defeito", conseguem-se excelentes exemplares e em alguns casos com classificações no pódio das exposições em que participam.

4 - Arlequim Par, pontuado com 91 pontos em 2009. Ambos os pais eram "de trabalho".

Tendo um perfeito conhecimento dos progenitores destes canários e procedendo ao acasalamento destes Arlequins/ "aves de trabalho" com exemplares de Canários Arlequim Português perfeito a percentagem de aves nascidas com a forma tamanho e posição pretendidas pelo Standard é na ordem dos 85%. Mas atenção estes resultados são obtidos se todos forem Arlequins Puros ou descendentes de Arlequins Puros.


Como todos sabem, é dos livros, um campeão não gera campeões… se assim fosse quando se tivesse um casal que gerasse campeões jamais nos desfaríamos dele. Por isso é que de aves "com defeito", as tais que não servem para se concorrer, e isto aplica-se a qualquer raça, lhes chamam "aves de trabalho" e estas aves às vezes geram… campeões!!!


Brevemente abordarei a questão do variegado ou a cor no Canário Arlequim Português.


Até lá!

5 - Arlequim Poupa, pontuado com 88 pontos em 2009, no Internacional e em Matosinhos, Ambos os Pais eram puros.

Sexta-feira, 27 de Agosto de 2010

ENHORABUENA! REVISTA PÁJAROS, GRACIAS!

Foi com redobrada satisfação que recebi dois exemplares da revista Pájaros, onde mais uma Federação Ornitológica, no caso presente a Federação Ornitológica Cultural e Desportiva Espanhola – FOCDE, faz a divulgação do Canário Arlequim Português.

A revista com um grafismo de alto nível, impressa em papel "couché", tem fotos e artigos de cariz actual onde são abordados temas ornitológicos de praticamente todas as raças de aves de companhia, canários de canto; de porte; de cor; fauna europeia; psitacideos; exóticos; etc.

O que me merece maior destaque neste número da revista são as seis páginas dedicadas a explicar aos nossos companheiros de "hobby", espanhóis, o reconhecimento internacional do Canário Arlequim Português, com uma análise de cada um dos itens que compõem o Standard do Canário, pelo ilustre Juiz de Canários de Porte e Presidente da Comissão Técnica de Porte D. Francisco Hidalgo Sánchez.

Na minha modesta opinião a explicação e análise feita por este Juiz é de tal modo detalhada e simples que qualquer novato entenderá as características do Canário Arlequim Português. Porém, parece-me que ao socorrer-se de um texto do Juiz Português de Canários de Porte Paulo Ferreira terá sido "traído" na recolha da informação na fonte (penso que se terão socorrido de um texto antigo) porquanto no item do Tamanho do actual Standard do Arlequim Português é atribuída a pontuação máxima de 15 pontos e não 10 como erradamente é publicado e analisado; de igual modo no actual Standard do Canário Arlequim Português a côr atinge a pontuação máxima de 10 pontos e não de 15 como também, erradamente, é publicada e analisada.

Tive já o cuidado de por e-mail me dirigir ao Director da Revista, Senhor D. Rafael Martinez Morgado dando conta do lapso, solicitando, se possível a correcção, e também felicitá-lo pela magnifica revista que dirige.

Por fim manifesto, também, a minha satisfação pessoal por as duas únicas fotos de Canário Arlequim Português Par, publicadas, serem de aves nascidas no meu canaril e escolhidas para o embelezamento do texto.

Domingo, 22 de Agosto de 2010

ESPIANDO AS HOSTES (Arlequins) "INIMIGAS" - FIM

Assim como comecei esta pequena brincadeira, que atingiu um êxito por mim inesperado, com um nome de referência no Canário Arlequim Português -o meu Amigo Pedro Freixo- tenho o prazer de a terminar com um também, incontornável, nome de referência no Canário Arlequim Português o, também, meu Amigo Dr. Conde Pinho.

Outros nomes ligados, directa ou indirectamente, ao Canário Arlequim Português, mereceriam e deveriam ter sido aqui referidos com a "invasão" (visita) dos seus "quartéis generais" (canaris), pois sei que têm "inimigos" (arlequins) com qualidade, mas a distância e também a época da muda, pouca propícia a fotos com qualidade dos "inimigos", como se pode verificar até em algumas das fotos hoje apresentadas, aconselham a que, por agora, dê por terminada a "guerra".

O Dr. Conde Pinho amávelmente, aliás como é seu timbre, disponibilizou-se de imediato a receber a "tropa invasora" mal foi contactado para o efeito.
Médico cirurgião, na área de urologia, é possuidor de um humor, quase britânico, a condizer com o seu ar sério, uma impressão que se desvanece à medida que com ele se conversa.
Na área da ornitologia o Dr. Conde Pinho sendo um dos sócios fundadores do Clube do Canário Arlequim Português, foi também um dos que contribuiu para que a raça do Canário Arlequim Português fosse, hoje, uma realidade e orgulho de muitos portugueses ligados à canaricultura nacional.
Aficcionado do Canário Arlequim Português, o Dr. Conde Pinho distribui a sua atenção ainda por aves que nada têm a ver com o Arlequim Português, os exóticos e os canários Border, outra das suas paixões.
Infelizmente este ano nada correu de feição ao nível das criações ao Dr. Conde Pinho, pois desde os exóticos aos Borders, passando pelos Arlequins as criações foram muitos fraquinhas.
De qualquer modo criações fraquinhas não são sinónimo de falta de qualidade e se relativamente aos exóticos não me pronuncio, por não perceber literalmente nada daquelas aves, já o mesmo não faço relativamente aos Borders e aos Arlequins que, apesar da maioria se encontrar um bocado "estragados" por causa da muda revelam uma qualidade bastante acima da média.

Esta pequena incursão ao covil deste "inimigo" foi, pode dizer-se, uma visita à médico pois realizou-se já ao fim da tarde e a passarada começava a "reclamar" pela hora de descanso começando a encostar-se pelos cantos dos poleiros indicando-nos, assim, que a hora da despedida tinha chegado.
Na hora de dizer não adeus mas até breve deixo, ao Dr. Conde Pinho, o desejo dos maiores êxitos com os seus passarinhos, em particular com o Canário Arlequim Português mas, como sempre e como não sou hipócrita, sempre em local onde eu não esteja com os meus.
Agradeço a todos quantos se prestaram a esta brincadeira a sua disponibilidade e áqueles que, eventualmente, gostariam de ter sido "invadidos" (visitados) mas cuja oportunidade não surgiu, fica a promessa da declaração de guerra para 2011.
Ate lá!

Quinta-feira, 19 de Agosto de 2010

QUASE NO FIM DA MUDA! - (2)

Hoje tirei mais umas fotos a alguns passaritos, mas ouve um amigalhaço que não achou muita piada a isso, por ter de parar com a brincadeira, ainda por cima no horário dele. Como achei graça ao ar dele acabei por, também, o fotografar. Aqui ficam as fotos.

Então! Já não brincamos mais?!!


Que chatice, quando se vira para os canários é sempre a
mesma seca.


O melhor é preparar-me para uma soneca, já vi que isto vai demorar.

Segunda-feira, 16 de Agosto de 2010

QUASE NO FIM DA MUDA! - (1)

Se tudo decorrer dentro da normalidade, quase que garantidamente, terei mais de 90% dos canários com a muda completa até ao fim do mês de Setembro, estes já a têm quase feita. Como tenho alguns canários muito semelhantes na cor, a fim de evitar duplicar a publicação de fotos com as mesmas aves, passarei a partir de agora a identificar as aves pelo seu bilhete de identidade, isto é: a anilha, cujo número aparecerá no canto inferior direito da respectiva fotografia.